Boletim aponta queda nos casos de dengue em Vitória da Conquista na 12ª semana epidemiológica
Secretaria Municipal de Saúde divulga dados de arboviroses e detalha as localidades com maior incidência no município
A Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista divulgou o Boletim das Arboviroses referente à 12ª Semana Epidemiológica, que compreende o período de 22 a 28 de março. O levantamento apresenta o cenário local de notificações de dengue, zika e chikungunya, indicando uma redução nos casos prováveis de dengue em relação ao ano anterior.
Durante a última semana monitorada, o município contabilizou 55 notificações de dengue, sendo 43 casos classificados como prováveis e 12 descartados. Em relação à chikungunya, foram notificados nove casos prováveis, enquanto a zika não obteve nenhum registro. O relatório aponta que não houve internações hospitalares confirmadas para nenhuma das três doenças no período.
O boletim também traça um comparativo com a mesma semana epidemiológica de 2025. Os dados indicam uma queda nas notificações de dengue, que passaram de 102 casos prováveis no ano anterior para 43 em 2026. A chikungunya, em contrapartida, apresentou um leve aumento, subindo de dois registros prováveis em 2025 para nove neste ano. O índice de zika manteve-se zerado em ambos os recortes.
No acumulado de 2026, Vitória da Conquista soma 394 notificações de dengue. Deste total, 11 casos foram confirmados laboratorialmente e 297 são considerados improváveis. O município não registra óbitos decorrentes de arboviroses até o momento neste ano.
O monitoramento epidemiológico mapeou as localidades com maior notificação da doença na 12ª semana. Os bairros com o maior número de casos prováveis de dengue foram:
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Patagônia (5 casos)
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Zabelê (5 casos)
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Candeias (4 casos)
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Boa Vista (3 casos)
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Campinhos (3 casos)
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Recreio (3 casos)
Outras localidades, como Cruzeiro, Felícia, Ibirapuera, Iguá e Jurema, registraram dois casos prováveis cada.
A Vigilância Epidemiológica informou que o monitoramento do vetor segue de forma contínua no município. O órgão orienta a população a manter as medidas preventivas em residências e quintais para evitar a proliferação do Aedes aegypti. A recomendação técnica foca na eliminação de recipientes que possam acumular água e servir como criadouros do mosquito, especialmente durante períodos de chuva e calor.






