"Vai fazer o melhor para a equipe", afirma Endrick sobre Carlo Ancelotti antes de duelo contra a Noruega
Atacante da Seleção Brasileira analisou sua utilização na Copa do Mundo de 2026 e a preparação para a partida das oitavas de final
O atacante Endrick concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), em Nova Jersey, nos Estados Unidos, para tratar da preparação da Seleção Brasileira para o jogo contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A partida eliminatória ocorrerá no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília). Durante o pronunciamento, o atleta detalhou o seu posicionamento como reserva na competição e a relação com a comissão técnica.
No Mundial de 2026, o jogador participou de três das quatro partidas disputadas pelo Brasil. Endrick permaneceu no banco de reservas na estreia diante do Marrocos, atuou por 26 minutos contra o Haiti, entrou na reta final do jogo contra a Escócia e jogou durante 45 minutos no confronto diante do Japão. O vencedor do duelo de domingo enfrentará, no sábado (11), quem vencer a partida entre Inglaterra e México.
O planejamento técnico do elenco para a fase eliminatória também lida com desfalques decorrentes de questões médicas. O atacante Raphinha está afastado das atividades devido a uma lesão, o que motivou a entrada de novos atletas na equipe, como Rayan. A rotação de jogadores nas pontas e na área central do ataque tem sido a estratégia adotada nos treinamentos em território americano.
Ao ser questionado sobre as oportunidades recebidas e os critérios do treinador Carlo Ancelotti, Endrick declarou: “Ele não vai fazer o melhor para mim, para o Endrick. E nem para o Matheus Cunha. Vai fazer o melhor para a equipe. Ele não tem medo, faz o que ele pensa, e as coisas acontecem. Parece que Deus olha para ele, e ele é iluminado. Porque tudo que o Carlo faz as coisas acontecem. Quando o Mister falar para eu fazer alguma coisa, não vou olhar para trás, só vou fazer o que ele me pedir”.
O atleta também descreveu a convivência com os jogadores veteranos da delegação, citando as conversas com o camisa 10 da equipe no banco de reservas. “Tenho uma relação muito boa com o Ney. A gente pode ficar brincando depois dos treinos e jogando cartas. Numa folga pude estar com ele, ele pôde falar comigo. É muito importante conversar com essas pessoas que são os capitães da Seleção. Não só o Ney, mas Marquinhos, Casão, Alisson. Estar com esses jogadores por perto e pegar experiência com eles é uma coisa maravilhosa”, afirmou.
Sobre o retrospecto histórico contra a Noruega e a postura para o próximo compromisso, Endrick acrescentou: “É um grande jogo, grandes jogadores, não tenho dúvida de que vai ser um jogo maravilhoso, com os dois times querendo buscar a vitória a todo momento, com grandes jogadores. E espero que a gente possa fazer um maravilhoso jogo, a gente está buscando sempre melhorar, sempre fazer o que o Mister pede e entrar bem todos os jogos, porque a gente sabe que agora não tem margem para erro”.



