Conselho Tutelar acompanha denúncia de tentativa de abordagem a menina de 11 anos em Itagi

Relato envolvendo dois homens em um carro preto repercutiu nas redes sociais; Polícia Civil acompanha o caso, mas detalhes da ocorrência ainda não foram esclarecidos oficialmente.

  • Júnior Patente
  • Atualizado: 20/10/2026, 08:54h

Uma denúncia de suposta tentativa de abordagem a uma menina de 11 anos mobilizou órgãos de proteção à infância e gerou preocupação entre moradores de Itagi, no sul da Bahia. O caso ganhou repercussão nas redes sociais e foi confirmado pelo Conselho Tutelar e pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Em comunicado, os órgãos informaram que o Conselho Tutelar já adotou as medidas cabíveis e que a ocorrência está sendo acompanhada pela Delegacia de Polícia, responsável por avaliar os fatos e adotar as providências previstas na legislação.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, dois homens que estariam em um carro preto teriam tentado abordar a criança. Ainda conforme essas publicações, um rapaz teria alertado a menina para que não acompanhasse os suspeitos, evitando que ela se afastasse com eles.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais que esclareçam detalhadamente as circunstâncias da ocorrência. A dinâmica do episódio e as demais informações que circulam nas redes devem, portanto, ser tratadas com cautela enquanto o caso é apurado.

Órgãos reforçam a proteção de crianças e adolescentes

O CMDCA declarou apoio ao trabalho desenvolvido pelo Conselho Tutelar e reafirmou o compromisso com a garantia dos direitos e a proteção integral de crianças e adolescentes no município.

Diante da repercussão, pais e responsáveis são orientados a conversar com as crianças sobre situações de risco, alertá-las para que não acompanhem pessoas desconhecidas e reforçar a importância de procurar um adulto de confiança diante de qualquer abordagem suspeita.

A recomendação também é comunicar às autoridades situações que possam representar risco à segurança de crianças e adolescentes. Os órgãos reforçam, ainda, a importância de evitar o compartilhamento de informações não confirmadas, imagens ou dados que possam expor a criança envolvida ou provocar alarme desnecessário na comunidade.

As autoridades seguem responsáveis pela apuração dos fatos. Até que haja esclarecimentos oficiais, não é possível confirmar detalhes além das informações divulgadas pelos órgãos de proteção e dos relatos que circulam nas redes sociais.

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