Prazo para renegociar dívidas do Fies termina nesta segunda-feira (31)
Desenrola Fies 2026 contempla contratos firmados até 2017 e oferece condições de renegociação conforme a situação de cada financiamento
Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para estudantes e ex-estudantes renegociarem dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) por meio do Desenrola Fies 2026. A adesão deve ser feita junto ao banco responsável pelo contrato, Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.
Podem participar estudantes com contratos do Fies firmados até 2017 que, em 4 de maio de 2026, estavam na fase de amortização, período em que começa o pagamento do valor financiado após a conclusão do curso. A renegociação contempla contratos em dia e em atraso, inclusive de beneficiários que tiveram o nome incluído em cadastros de inadimplentes em razão da dívida do financiamento estudantil. Não podem participar aqueles que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018, nem contratos que ainda estejam nas fases de utilização do financiamento ou de carência.
As condições oferecidas variam conforme o perfil de cada contrato, considerando fatores como o período de inadimplência e o enquadramento do estudante no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). As possibilidades incluem descontos e condições para pagamento à vista ou parcelado. Cada contrato pode passar por apenas uma renegociação durante a vigência do programa. Para que o acordo seja efetivado, também é necessário realizar o pagamento da parcela de entrada. Caso o valor não seja pago, a proposta é cancelada.
A adesão pode ser realizada pelos aplicativos dos bancos ou presencialmente nas agências. Na Caixa, o serviço também está disponível pelo aplicativo Fies Caixa. No Banco do Brasil, a negociação pode ser feita pelo aplicativo ou em uma agência, de acordo com a modalidade. Após a formalização do acordo e o pagamento da entrada, o nome do estudante e dos fiadores poderá ser retirado dos cadastros de inadimplentes, quando aplicável.
O Fies é um programa do Governo Federal destinado ao financiamento de cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior.




