Vitória da Conquista chega a 398,9 mil habitantes e mantém terceira maior população da Bahia
Estimativa do IBGE aponta acréscimo de 2.357 moradores em relação a 2025; município concentra cerca de 2,68% da população baiana
Vitória da Conquista alcançou 398.970 habitantes em 2026, segundo as Estimativas da População divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O município ganhou 2.357 moradores em relação à estimativa de 2025 e permanece como o terceiro mais populoso da Bahia. Com a nova estimativa, Conquista fica atrás apenas de Salvador, que possui 2.559.945 habitantes, e Feira de Santana, com 663.408. O município também está entre os que registraram os maiores acréscimos populacionais em números absolutos no estado.
Entre 2025 e 2026, a população conquistense cresceu aproximadamente 0,59%. Os 398.970 moradores correspondem a cerca de 2,68% da população da Bahia, estimada em 14,889 milhões de habitantes. O crescimento ocorre em um cenário de relativa estabilidade populacional no estado. A Bahia apresentou aumento estimado de 0,12% em relação ao ano anterior.
Dos 417 municípios baianos, 183 registraram redução da população estimada entre 2025 e 2026. Outros 226 apresentaram estabilidade ou crescimento de até 0,9%, enquanto somente oito tiveram aumento superior a esse percentual. Entre alguns dos municípios mais populosos, Feira de Santana ganhou 2.602 habitantes e chegou a 663.408, crescimento de aproximadamente 0,39%. Camaçari registrou acréscimo de 2.040 moradores, alcançando 323.676 habitantes, uma alta de 0,63%.
Os dez municípios mais populosos concentram, juntos, 34,7% dos habitantes da Bahia. As estimativas divulgadas pelo IBGE têm 1º de julho de 2026 como data de referência e abrangem os 5.571 municípios brasileiros. Os números não representam a realização de um novo Censo Demográfico.
Para chegar às estimativas, o instituto utiliza informações dos Censos de 2010 e 2022, projeções populacionais e alterações territoriais oficialmente reconhecidas. Por esse motivo, as variações entre os municípios não representam necessariamente apenas nascimentos, mortes e movimentos migratórios, já que mudanças nos limites territoriais também podem interferir nos resultados.
Além de acompanhar a distribuição da população brasileira, as estimativas possuem efeitos administrativos e fiscais. Os dados populacionais são utilizados como referência pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo dos coeficientes relacionados aos fundos de participação destinados a estados e municípios.




