Vitória da Conquista registra 17 casos prováveis de dengue em uma semana
Boletim epidemiológico aponta notificações em 11 localidades do município; casos seguem em investigação e não houve hospitalizações por dengue no período
Vitória da Conquista registrou 17 casos prováveis de dengue entre 30 de agosto e 5 de setembro, segundo dados atualizados do monitoramento das arboviroses divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde.
As informações correspondem à 35ª Semana Epidemiológica. Ao todo, foram registradas 22 notificações de arboviroses no período, sendo 19 relacionadas à dengue e três à chikungunya.
Entre as 19 notificações de dengue, 17 foram classificadas como casos prováveis e permanecem em investigação, enquanto duas foram descartadas. Até a consolidação dos dados, nenhum caso havia sido confirmado e não foram registradas hospitalizações pela doença naquela semana.
Os casos prováveis estão distribuídos por diferentes regiões da cidade e também pela zona rural. O maior número foi registrado no Jatobá, com três ocorrências. Boa Vista, Candeias, Espírito Santo e Patagônia tiveram dois casos prováveis cada. Cruzeiro, Ibirapuera, Lagoa das Flores, Miro Cairo, Nossa Senhora Aparecida e o povoado do Choça aparecem com uma ocorrência cada.
No mesmo período, Vitória da Conquista registrou três notificações de chikungunya, todas ainda sob investigação. Não houve notificações de zika vírus durante a semana epidemiológica.
Desde o início do ano, 950 notificações de dengue foram registradas em Vitória da Conquista. Desse total, 24 casos foram confirmados, 222 descartados e 101 permanecem em investigação, conforme o boletim divulgado pela Vigilância Epidemiológica. Em relação à chikungunya, são 78 notificações em 2026, com um caso confirmado e 71 ainda em investigação.
O município também contabiliza duas notificações de zika vírus neste ano, sendo um caso confirmado e outro em investigação. Até o momento, Vitória da Conquista não registra mortes por dengue, chikungunya ou zika em 2026.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a prevenção das três doenças depende também do combate ao Aedes aegypti. Entre as principais medidas está a eliminação de recipientes e locais que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito.






