Pesquisa indica aprovação de 55,40% à gestão da prefeita Sheila Lemos em Vitória da Conquista

Levantamento da Séculus divulgado nesta quarta-feira (8) aponta que 34,27% dos entrevistados desaprovam a administração municipal

Foto: Secom PMVC
  • Ane Xavier
  • Atualizado: 08/07/2026, 02:11h

A gestão da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, é aprovada por 55,40% dos moradores do município, de acordo com dados de uma pesquisa realizada pela empresa Séculus e divulgada pelo portal Bahia Notícias nesta quarta-feira (8). O levantamento aponta que 34,27% dos entrevistados desaprovam a administração municipal, enquanto 10,33% não souberam responder ou preferiram não opinar.

No que se refere à classificação qualitativa do desempenho do governo, 37,56% das pessoas ouvidas classificaram a gestão como boa, 11,46% como ótima e 23,76% como regular. Entre as avaliações negativas apresentadas pelos dados estatísticos, 10,80% dos participantes apontaram a administração como ruim e 14,08% como péssima; o índice de entrevistados que não souberam ou não responderam somou 2,35%.

Os índices atuais registram uma variação em relação ao levantamento feito em julho de 2025 pela mesma parceria entre Séculus e Bahia Notícias, período em que a aprovação à gestão municipal era de 72,64%. O patamar de aprovação verificado na amostragem recente se aproxima do percentual obtido por Sheila Lemos nas eleições municipais de 2024, quando ocorreu a sua reeleição em primeiro turno com 58,83% dos votos válidos, o que representou um total de 116.488 votos.

O monitoramento quantitativo foi estruturado a partir de entrevistas com 1.006 pessoas realizadas entre os dias 1º e 4 de julho. A coleta de dados englobou moradores residentes na sede do município de Vitória da Conquista e nos distritos de Cabeceira da Jiboia, Bate-Pé, Iguá, Inhobim, José Gonçalves, Pradoso e São Sebastião.

Conforme as especificações técnicas da metodologia aplicada pela Séculus, o levantamento possui um intervalo de confiança de 95% e a margem de erro estimada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Por se tratar de uma pesquisa de avaliação puramente administrativa executada em ano não eleitoral, o procedimento dispensa a obrigatoriedade de registro formal junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Comentários


Instagram

Facebook