Reconhecimento facial da Bahia ultrapassa 6,1 mil prisões e amplia monitoramento no estado

Foto: Denisse Salazar/GovBa
  • Júnior Patente
  • Atualizado: 18/08/2026, 10:18h

 

O funcionamento do sistema ocorre a partir da integração com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e com um banco de dados mantido pela SSP-BA, que reúne imagens de pessoas procuradas pela Justiça.

Quando as câmeras identificam uma possível correspondência, um alerta é encaminhado ao Centro de Operações e Inteligência. O local é então georreferenciado para facilitar o acionamento das equipes policiais mais próximas.

Antes de uma abordagem, o alerta passa por etapas de triagem, verificação e validação técnica. Segundo a SSP-BA, quando o índice de efetividade da identificação ultrapassa 91%, o suspeito é conduzido à delegacia e posteriormente apresentado ao Poder Judiciário.

Com a expansão da rede de câmeras e a integração entre tecnologia e estruturas de comunicação policial, o reconhecimento facial passou a ocupar um papel cada vez maior nas estratégias de localização de pessoas procuradas pela Justiça na Bahia.

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