Reconhecimento facial da Bahia ultrapassa 6,1 mil prisões e amplia monitoramento no estado
O funcionamento do sistema ocorre a partir da integração com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e com um banco de dados mantido pela SSP-BA, que reúne imagens de pessoas procuradas pela Justiça.
Quando as câmeras identificam uma possível correspondência, um alerta é encaminhado ao Centro de Operações e Inteligência. O local é então georreferenciado para facilitar o acionamento das equipes policiais mais próximas.
Antes de uma abordagem, o alerta passa por etapas de triagem, verificação e validação técnica. Segundo a SSP-BA, quando o índice de efetividade da identificação ultrapassa 91%, o suspeito é conduzido à delegacia e posteriormente apresentado ao Poder Judiciário.
Com a expansão da rede de câmeras e a integração entre tecnologia e estruturas de comunicação policial, o reconhecimento facial passou a ocupar um papel cada vez maior nas estratégias de localização de pessoas procuradas pela Justiça na Bahia.



